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Superelasticidade e platô de força de molas de níquel-titânio: um estudo in vitro

Camila Ivini Viana Vieira, Sergei Godeiro Fernandes Rabelo Caldas, Lídia Parsekian Martins e Renato Parsekian Martins

Objetivo: o presente artigo analisou se as molas helicoidais fechadas de níquel-titânio apresentam superelasticidade (SE), de acordo com a ativação, e se o platô de força medido corresponde ao informado pelo fabricante. Material e Métodos: 160 molas foram divididas em 16 subgrupos, de acordo com suas características, e foram ativadas proporcionalmente ao comprimento da parte extensível (NiTi) da mola (Y). Os valores de força obtidos foram analisados para determinar as taxas de SE e os platôs de força, os quais foram calculados matematicamente — sendo esses platôs comparados aos informados pelos fabricantes. Uma análise de variância foi realizada, seguida do teste post-hoc de Tukey, para detectar e analisar as diferenças entre os grupos. Resultados: todos os subgrupos apresentaram SE em ativação de 400% do comprimento Y, com exceção dos subgrupos 4B e 3A (que apresentaram SE a 300%), dos subgrupos 4E e 4G (com SE a 500%) e do subgrupo 3C (que apresentou SE na ativação de 600%). O subgrupo 3B não apresentou comportamento superelástico. Os platôs de força dependeram da ativação e em alguns subgrupos, em determinadas ativações, foram semelhantes à força informada pelo fabricante. Conclusões: a maioria das molas apresentou comportamento superelástico na ativação de 400%. Os platôs de força são difíceis de ser comparados, devido à falta de informações por parte dos fabricantes.

Palavras-chave: NiTi. Superelasticidade. Patamar de força.

Como citar: Vieira CIV, Caldas SGFR, Martins LP, Martins RP. Superelasticity and force plateau of nickel-titanium springs: an in vitro study. Dental Press J Orthod. 2016 May-June;21(3):46-55. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/2177-6709.21.3.046-055.oar

Wednesday, February 19, 2020 01:40